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com a bruma nas veias, e do longe da insularidade, avistou no mar uma miríade de futuros.
ao pôr do sol, montava e desmontava sonhos até que decifrou que o seu rumo assentava na descoberta da complexidade do mundo e das relações entre os povos.
na sua alma guardava a chave da sua expressão: a fotografia.
e dizem que nunca mais parou!

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